terça-feira, 28 de julho de 2009

ORAÇÃO DOS ESTUDANTES DE ENGENHARIA

Pai dos cálculos que estais no céu...Derivado seja vossos cálculosVenha à nós a sabedoria...Seja respondida todas as perguntas...Assim nas provas como nos trabalhos...O entendimento da aula dai-nos hoje...Perdoe nossas colas...Assim como nós perdoamos a incompreensão dos professoresNão nos deixe ficar de DP...Livrai-nos do "branco"...Amém!

sábado, 25 de julho de 2009

Michael Jackson


Michael Joseph Jackson (Gary, 29 de agosto de 1958Los Angeles, 25 de junho de 2009) foi um cantor, compositor, dançarino e produtor dos Estados Unidos.
Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos
Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de King of Pop ("rei do pop"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller.
No início dos
anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock[1] e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeoclip em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso. Vídeos como "Black or White", "Scream", "Earth Song", entre outros, mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o Robot, o "The Lean" (inclinação de 45º), e o famoso "Moonwalk" e outros. Seu estilo diferente e único de cantar e dançar, bem como a sonoridade de suas canções influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.
Jackson doou milhões de dólares durante toda sua carreira a causas beneficentes por meio de várias turnés como a
Dangerous World Tour, músicas voltados à caridade como a "We are the world" e manutenção de 39 centros de caridade. É por isso citado como o artista que mais doou para a caridade. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido á doença que possuía desde os anos 80, o vitiligo, geraram controvérsia na imprensa. Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Casou-se duas vezes e foi pai de três filhos. O cantor também teve experiências com crises de saúde desde os anos 90, devido ás acusações que sofrera e ao stresse. Foi alvo também de comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.
Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao
Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem 9 recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreira solo e seis Grammys com os The Jacksons e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente,[2] sendo que alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão.[3] Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de sucesso como rock superstar fez dele parte da história da música rock e cultura popular por mais de quatro décadas.[4] Nos últimos anos, foi citado como a personalidade mais conhecida mundialmente

Elizabeth Taylor


Elizabeth Rosamond Taylor, nasceu em Londres, no dia 27 de fevereiro de 1932. Filha de um comerciante de arte e uma jovem atriz . Elizabeth só foi morar nos Estados Unidos, em 1939, por causa da ameaça de guerra que chegou a Inglaterra. A família Taylor foi para Los Angeles, Califórnia. Várias pessoas reparando a beleza de Elizabeth, que tinha pele de alabastro, olhos violetas e cabelos negros, falavam para sua mãe Sara procurar estúdios para tentar colocar Elizabeth no cinema. O resultado é conhecido por todos. Elizabeth começou trabalhando na Universal, em um filme chamado There's One Born Every Minute (1942) quando tinha dez anos. Mais o contrato com a Universal não durou muito. O diretor responsável pelo elenco, achava que ela tinha "olhos velhos e não tinha expressão de criança." E o contrato não foi renovado. Mais um ano depois, Elizabeth fez um teste para MGM e ganhou um pequeno papel no filme A Força do Coração (1942), o primeiro da série de filmes sobre a cadela Lassie. Onde passou a ficar conhecida. Fez outros filmes no seu longo contrato com a MGM, mais só passou a demonstrar realmente que amadurecera depois de filme O príncipe Encantado (1948), aos 16 anos. Depois veio Um Lugar ao Sol (1949), durante as filmagens Elizabeth se apaixonou pelo seu par romântico Montgomery Clift, mais o astro que era homossexual, não queria um romance, mais viria a ser o seu amigo mais íntimo, até sua morte em 1966. Os sentimentos de amor de Elizabeth por ele era tão mesclados de culpa, recriminação e remorso que, mesmo depois que ele estava morto há anos, ela não era capaz de falar a seu respeito sem chorar. A longa coleção de maridos de Elizabeth começou a ser montada quando ela tinha 18 anos, e o escolhido foi o rico herdeiro de uma cadeia de hotéis, Conrad Nicholson Hilton Junior, aliás Nicky. Durou sete meses. Ele preferia jogar e se divertir com os amigos, a ficar com Elizabeth. Veio em seguida o maduro e fleumático ator inglês Michael Wilding, que resistiu cinco anos, e que deu a oportunidade de Elizabeth ter dois filhos. Outro milionário. Mike Todd, o primeiro grande amor da vida de Elizabeth, morreu num acidente aéreo antes de completar um ano de casado. Todd foi sucedido por Eddie Fisher, um cantor , viciado em drogas, responsável pelo maior escândalo da vida sentimental de Liz: era marido de sua grande amiga Debbie Reynolds e melhor amigo do seu falecido marido. Na época foi um grande escândalo em Hollywood. Elizabeth foi chamada de destruidora de lares e viúva negra. Mais, o escandâlo foi superado e o casamento não durou muito, claro. Foi atropelado por Richard Burton, o segunda grande amor de sua vida, que valeu dois casamentos e dois divórcios. Eles se conheceram durante as filmagens de Cleópatra (1963). Onde recebeu a inédita quantia de um milhão de dólares, por um único filme. Falam que quando viu Elizabeth pela primeira vez, durante as filmagens de Cleópatra passou-lhe uma cantada. "Ela acabou de comer um sanduíche rápido, passou a mão nos cabelos, piscou os olhos carregados de maquilagem e preparava-se para voltar ao estúdio, quando sentiu que alguém a observava. Levantou o rosto e achou engraçados aqueles dois olhos enormes, que examinavam suas roupas, seu rosto, suas mãos. De repente, ele falou: "Não me ocorre nada melhor para dizer, sabe? Mais quero que saiba que é uma mulher muito bonita." - "Foi uma frase muito banal para quem se diz um intelectual", Liz comentou mais tarde, na sala de maquiagem. Mas foi assim, dessa forma banal, que ela conheceu Richard Burton – e com ele iniciou um romance tempestuoso, que os manteria permanentemente nos jornais e revistas nos quinze anos seguintes. Com Burton, um dos mais perfeitos intérpretes de Shakespeare, Liz cresceu como artista e como mulher. Foi ao lado dele que ela conquistou seu segundo Oscar, pelo filme Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? (1966), onde representava uma mulher madura, chata, desarrumada, despenteada, dada à bebida, diferente daquela beleza bem-comportada de Butterfield 8 (1960). E, no entanto, mais uma vez Elizabeth Taylor estava representando Elizabeth Taylor na tela. Finalmente, pintou o fazendeiro e político de seu segundo time John Warner, em 1976. Elizabeth se divorciou de Warner em 1981. Foi a época em que Liz engordou 30 quilos. Mais em 1985, após várias dietas, Liz voltou ao seu peso de juventude, 55 quilos. Em 1991, Elizabeth tentou mais uma vez com um caminhoneiro Larry Forstensky. Quando chocou ao mundo ao anúnciar seu oitavo casamento, aos 59 anos. Mais outro divórcio, com ela alegando diferenças irreconciliáveis. Jurando nunca mais se casar novamente. Foram esses os maridos, de papel passado. Amantes e namorados fazem uma lista à parte, talvez infinita. Quando estava chegando aos 40 anos Liz declarou: "A felicidade se resume em colecionar amores..." Naquela ocasião, estava no quinto marido, Burton. E, se isso é verdade, ninguém como ela, pode ser considerada uma pessoa feliz. Mas vamos devagar com essa felicidade. A vida de Elizabeth Taylor não foi apenas uma sucessão de alegrias e divertimentos, muito menos de frivolidades. Fazendo seu primeiro filme aos 12 anos, mal chegada da Inglaterra, onde nascera, para fugir dos horrores da guerra, Liz caiu do cavalo e machucou a espinha, o que a obrigou a tomar aspirinas e fortes analgésicos a vida toda, para livrar-se das dores. Durante as filmagens de Cleópatra pegou uma pneumonia dupla que quase a matou. Onde tiveram que fazer uma traqueotomia para poder salvá-la. Quatro vezes esteve desenganada pelos médicos, e sobreviveu. Sucumbiu ao álcool e às drogas, e conseguiu recuperar-se. E nunca procurou esconder seus problemas de ninguém. Ao sair de uma clínica, em 1984, declarou francamente aos jornalistas: "Eu era uma bêbada. Bêbada, eu sei, é uma palavra muito dura, mas tenho que ser dura comigo mesma para enfrentá-la. Um bêbado é alguém que bebe demais. Alguém que toma pílula demais é um drogado. Não há um modo elegante de dizer isso. Tive que reconhecer essa verdade." Liz tem quatro filhos: Michael Wildind Jr, Cristopher Wildind, Liza Todd e Maria (que ela adotou com Burton na época de Cleópatra). Em fevereiro de 1997, Elizabeth fez o seu check-up anual, onde mostrou a existência de um tumor benigno em seu cérebro. O tumor era do tamanho de uma laranja e os médicos marcaram a cirurgia para dali a duas semanas. Após o choque inicial com a notícia, Elizabeth Taylor passou a sentir medo de morrer ou ficar paralisada em conseqüencia da extração do tumor. Mas como sempre acontece, Liz tomou conta da situação e, com sua habitual autoconfiança, declarou que não importava qual fosse o resultado da cirurgia, ela tinha vivido uma grande vida. Adiantou a festa do seu 65º aniversário do dia 27 para o dia 16. Centenas de celebridades compareceram ao Teatro Hollywood Pantage para mostrar sua afeição e solidariedade. Como parte das comemorações, a cidade de Los Angeles mudou o nome de uma rua que cruza o Hollywood Boulevard para Passagem Elizabeth Taylor. Mais a recuperação foi simples e sem qualquer complicação séria. Para a cirurgia, Elizabeth teve que raspar a cabeça e posou para a capa da revista Paris Match careca e com uma cicatriz de 7 centímetros no crânio. Atualmente Elizabeth, tem se engajado em campanhas na luta pela prevenção da AIDS e participado de eventos no qual tem feito suas aparições públicas. FILMOGRAFIA 1994-The Flintstones - O filme - The Flintstones 1989-Doce pássaro da juventude - Sweet bird of youth 1988-Young Toscanini 1983-Montgomery Cliff 1981-Genocide 1980-A maldição do espelho - The Mirror crack'd 1979-Morte no inverno - Winter kills 1977-A light night music 1976-The Blue bird 1974-That's entertainment! 1974-The Driver's seat 1973-Night watch 1973-Meu corpo em tuas mãos - Ash Wednesday 1973-Under milk wood 1972-X, Y e Z - Zee and Co. 1972-Hammersmith is out 1970-Jogo de paixões - The Only game in town 1968-Secret ceremony 1968-Boom 1967-O pecado de todos nós - Reflections in a golden eye 1967-A megera domada - La bisbetica domata 1967-The Comedians 1967-Doctor Faustus 1966-Quem tem medo de Virgina Woolf? - Who afraid of Virginia Woolf? 1965-The Love goddesses 1965-Adeus às ilusões - The Sandpiper 1965-The Big sur 1963-Gente muito importante - The V.I.P.s 1963-Cleópatra - Cleopatra 1960-Disque Butterfield 8 - Butterfield 8 1960 - Scent of a mystery 1 1959 - De repente, no último verão Suddenly, last summer 1958 - Gata em teto de zinco quente Cat in a hot tin roof 1957 - A árvore da vida - Raintree county 1956 - Assim caminha a humanidade - Giant 1954 - A última vez que vi Paris - The Last time I saw Paris 1954 - No caminho dos elefantes - Elephant walk 1954 - Rhapsody 1954 - Beau Brummell 1953 - The Girls who had everything 1952 - Love is better than ever 1952 - Ivanhoé, o vingador do rei - Ivanhoe 1951 - Callaway went thataway 1951 - Um lugar ao sol - A place in the sun 1951 - O netinho do papaiFather's little dividend 1951 - Quo Vadis? 1950 - O pai da noiva - Father of the bridge 1950 - The Big hangover 1949 - Quatro destinos - Little women 1949 - Conspirator 1948 - A date with Judy 1948 - Julia Misbehaves 1947 - Nossa vida com papai - Life with father 1947 - Cynthia 1946 - Courage of Lassie 1944 - A mocidade é assim mesmo - National velvet 1944 - The White cliffs of Dover 1944 - Jane Eyre 1943 - Lassie - Lassie come home 1942 - There's.Elizabeth Rosamond Taylor, nasceu em Londres, no dia 27 de fevereiro de 1932. Filha de um comerciante de arte e uma jovem atriz . Elizabeth só foi morar nos Estados Unidos, em 1939, por causa da ameaça de guerra que chegou a Inglaterra. A família Taylor foi para Los Angeles, Califórnia. Várias pessoas reparando a beleza de Elizabeth, que tinha pele de alabastro, olhos violetas e cabelos negros, falavam para sua mãe Sara procurar estúdios para tentar colocar Elizabeth no cinema. O resultado é conhecido por todos. Elizabeth começou trabalhando na Universal, em um filme chamado There's One Born Every Minute (1942) quando tinha dez anos. Mais o contrato com a Universal não durou muito. O diretor responsável pelo elenco, achava que ela tinha "olhos velhos e não tinha expressão de criança." E o contrato não foi renovado. Mais um ano depois, Elizabeth fez um teste para MGM e ganhou um pequeno papel no filme A Força do Coração (1942), o primeiro da série de filmes sobre a cadela Lassie. Onde passou a ficar conhecida. Fez outros filmes no seu longo contrato com a MGM, mais só passou a demonstrar realmente que amadurecera depois de filme O príncipe Encantado (1948), aos 16 anos. Depois veio Um Lugar ao Sol (1949), durante as filmagens Elizabeth se apaixonou pelo seu par romântico Montgomery Clift, mais o astro que era homossexual, não queria um romance, mais viria a ser o seu amigo mais íntimo, até sua morte em 1966. Os sentimentos de amor de Elizabeth por ele era tão mesclados de culpa, recriminação e remorso que, mesmo depois que ele estava morto há anos, ela não era capaz de falar a seu respeito sem chorar. A longa coleção de maridos de Elizabeth começou a ser montada quando ela tinha 18 anos, e o escolhido foi o rico herdeiro de uma cadeia de hotéis, Conrad Nicholson Hilton Junior, aliás Nicky. Durou sete meses. Ele preferia jogar e se divertir com os amigos, a ficar com Elizabeth. Veio em seguida o maduro e fleumático ator inglês Michael Wilding, que resistiu cinco anos, e que deu a oportunidade de Elizabeth ter dois filhos. Outro milionário. Mike Todd, o primeiro grande amor da vida de Elizabeth, morreu num acidente aéreo antes de completar um ano de casado. Todd foi sucedido por Eddie Fisher, um cantor , viciado em drogas, responsável pelo maior escândalo da vida sentimental de Liz: era marido de sua grande amiga Debbie Reynolds e melhor amigo do seu falecido marido. Na época foi um grande escândalo em Hollywood. Elizabeth foi chamada de destruidora de lares e viúva negra. Mais, o escandâlo foi superado e o casamento não durou muito, claro. Foi atropelado por Richard Burton, o segunda grande amor de sua vida, que valeu dois casamentos e dois divórcios. Eles se conheceram durante as filmagens de Cleópatra (1963). Onde recebeu a inédita quantia de um milhão de dólares, por um único filme. Falam que quando viu Elizabeth pela primeira vez, durante as filmagens de Cleópatra passou-lhe uma cantada. "Ela acabou de comer um sanduíche rápido, passou a mão nos cabelos, piscou os olhos carregados de maquilagem e preparava-se para voltar ao estúdio, quando sentiu que alguém a observava. Levantou o rosto e achou engraçados aqueles dois olhos enormes, que examinavam suas roupas, seu rosto, suas mãos. De repente, ele falou: "Não me ocorre nada melhor para dizer, sabe? Mais quero que saiba que é uma mulher muito bonita." - "Foi uma frase muito banal para quem se diz um intelectual", Liz comentou mais tarde, na sala de maquiagem. Mas foi assim, dessa forma banal, que ela conheceu Richard Burton – e com ele iniciou um romance tempestuoso, que os manteria permanentemente nos jornais e revistas nos quinze anos seguintes. Com Burton, um dos mais perfeitos intérpretes de Shakespeare, Liz cresceu como artista e como mulher. Foi ao lado dele que ela conquistou seu segundo Oscar, pelo filme Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? (1966), onde representava uma mulher madura, chata, desarrumada, despenteada, dada à bebida, diferente daquela beleza bem-comportada de Butterfield 8 (1960). E, no entanto, mais uma vez Elizabeth Taylor estava representando Elizabeth Taylor na tela. Finalmente, pintou o fazendeiro e político de seu segundo time John Warner, em 1976. Elizabeth se divorciou de Warner em 1981. Foi a época em que Liz engordou 30 quilos. Mais em 1985, após várias dietas, Liz voltou ao seu peso de juventude, 55 quilos. Em 1991, Elizabeth tentou mais uma vez com um caminhoneiro Larry Forstensky. Quando chocou ao mundo ao anúnciar seu oitavo casamento, aos 59 anos. Mais outro divórcio, com ela alegando diferenças irreconciliáveis. Jurando nunca mais se casar novamente. Foram esses os maridos, de papel passado. Amantes e namorados fazem uma lista à parte, talvez infinita. Quando estava chegando aos 40 anos Liz declarou: "A felicidade se resume em colecionar amores..." Naquela ocasião, estava no quinto marido, Burton. E, se isso é verdade, ninguém como ela, pode ser considerada uma pessoa feliz. Mas vamos devagar com essa felicidade. A vida de Elizabeth Taylor não foi apenas uma sucessão de alegrias e divertimentos, muito menos de frivolidades. Fazendo seu primeiro filme aos 12 anos, mal chegada da Inglaterra, onde nascera, para fugir dos horrores da guerra, Liz caiu do cavalo e machucou a espinha, o que a obrigou a tomar aspirinas e fortes analgésicos a vida toda, para livrar-se das dores. Durante as filmagens de Cleópatra pegou uma pneumonia dupla que quase a matou. Onde tiveram que fazer uma traqueotomia para poder salvá-la. Quatro vezes esteve desenganada pelos médicos, e sobreviveu. Sucumbiu ao álcool e às drogas, e conseguiu recuperar-se. E nunca procurou esconder seus problemas de ninguém. Ao sair de uma clínica, em 1984, declarou francamente aos jornalistas: "Eu era uma bêbada. Bêbada, eu sei, é uma palavra muito dura, mas tenho que ser dura comigo mesma para enfrentá-la. Um bêbado é alguém que bebe demais. Alguém que toma pílula demais é um drogado. Não há um modo elegante de dizer isso. Tive que reconhecer essa verdade." Liz tem quatro filhos: Michael Wildind Jr, Cristopher Wildind, Liza Todd e Maria (que ela adotou com Burton na época de Cleópatra). Em fevereiro de 1997, Elizabeth fez o seu check-up anual, onde mostrou a existência de um tumor benigno em seu cérebro. O tumor era do tamanho de uma laranja e os médicos marcaram a cirurgia para dali a duas semanas. Após o choque inicial com a notícia, Elizabeth Taylor passou a sentir medo de morrer ou ficar paralisada em conseqüencia da extração do tumor. Mas como sempre acontece, Liz tomou conta da situação e, com sua habitual autoconfiança, declarou que não importava qual fosse o resultado da cirurgia, ela tinha vivido uma grande vida. Adiantou a festa do seu 65º aniversário do dia 27 para o dia 16. Centenas de celebridades compareceram ao Teatro Hollywood Pantage para mostrar sua afeição e solidariedade. Como parte das comemorações, a cidade de Los Angeles mudou o nome de uma rua que cruza o Hollywood Boulevard para Passagem Elizabeth Taylor. Mais a recuperação foi simples e sem qualquer complicação séria. Para a cirurgia, Elizabeth teve que raspar a cabeça e posou para a capa da revista Paris Match careca e com uma cicatriz de 7 centímetros no crânio. Atualmente Elizabeth, tem se engajado em campanhas na luta pela prevenção da AIDS e participado de eventos no qual tem feito suas aparições públicas. FILMOGRAFIA 1994-The Flintstones - O filme - The Flintstones 1989-Doce pássaro da juventude - Sweet bird of youth 1988-Young Toscanini 1983-Montgomery Cliff 1981-Genocide 1980-A maldição do espelho - The Mirror crack'd 1979-Morte no inverno - Winter kills 1977-A light night music 1976-The Blue bird 1974-That's entertainment! 1974-The Driver's seat 1973-Night watch 1973-Meu corpo em tuas mãos - Ash Wednesday 1973-Under milk wood 1972-X, Y e Z - Zee and Co. 1972-Hammersmith is out 1970-Jogo de paixões - The Only game in town 1968-Secret ceremony 1968-Boom 1967-O pecado de todos nós - Reflections in a golden eye 1967-A megera domada - La bisbetica domata 1967-The Comedians 1967-Doctor Faustus 1966-Quem tem medo de Virgina Woolf? - Who afraid of Virginia Woolf? 1965-The Love goddesses 1965-Adeus às ilusões - The Sandpiper 1965-The Big sur 1963-Gente muito importante - The V.I.P.s 1963-Cleópatra - Cleopatra 1960-Disque Butterfield 8 - Butterfield 8 1960 - Scent of a mystery 1 1959 - De repente, no último verão Suddenly, last summer 1958 - Gata em teto de zinco quente Cat in a hot tin roof 1957 - A árvore da vida - Raintree county 1956 - Assim caminha a humanidade - Giant 1954 - A última vez que vi Paris - The Last time I saw Paris 1954 - No caminho dos elefantes - Elephant walk 1954 - Rhapsody 1954 - Beau Brummell 1953 - The Girls who had everything 1952 - Love is better than ever 1952 - Ivanhoé, o vingador do rei - Ivanhoe 1951 - Callaway went thataway 1951 - Um lugar ao sol - A place in the sun 1951 - O netinho do papaiFather's little dividend 1951 - Quo Vadis? 1950 - O pai da noiva - Father of the bridge 1950 - The Big hangover 1949 - Quatro destinos - Little women 1949 - Conspirator 1948 - A date with Judy 1948 - Julia Misbehaves 1947 - Nossa vida com papai - Life with father 1947 - Cynthia 1946 - Courage of Lassie 1944 - A mocidade é assim mesmo - National velvet 1944 - The White cliffs of Dover 1944 - Jane Eyre 1943 - Lassie - Lassie come home 1942 - There's.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Perdomo

Eu,,,,Eu sou eu... Que nem eu, acho que não tem!Sou um cara gente boa, tenho 21 anos, adoro coca-cola. Sou daqui mesmo, natural do Rio de Janeiro. Para muitos, um cara grosso, antipático e mesquinho. Para outros a simpatia em forma viva. Não tente entender a minha burrice de acreditar que tudo vai dar certo, na verdade essa minha burrice no futuro mostrará pra você, que sou inteligente. Tenho fases, todas boas. Quando eu era criança sonhava em ser ou veterinário... Hoje um futuro engenheiro e nem gosto tanto assim de animais rsrs...Adoro artes,faço meus artesanatos,pinto minhas telas,faço meus desenhos,amo minhas criaçoes.Voce pode falar mal de mim,me xigar,me odiar,mas falar mal do meu trabalho,nao.Nao deixo. Sou apaixonado por musica.Adoro politica. Corro atraz do que quero,no meu ritmo. Sei muito bem perder. Minha vida é cheia de curvas, não tanto quanto as linhas de expressão da minha testa. Meu gosto por roupas é evidente, minha moda faço eu, mas nem por isso deixo de consumir "marcas"... Acho que um dos meus maiores defeitos é a ingenuidade, não que eu seja... mas sou bobo... bobo de bondade. Não sou perfeito, não sou rico, e to num caminho de aprendizado... Em todos os sentidos! Tenho horror a insetos, répteis, gatos e roedores.Sou na minha,mas nao pisa no meu, se nao fudeu,rs... Vou a boate quando quero (raramente), eu prefiro momentos light, também gosto muito dos momentos caseiros e á dois,adoro cinema,teatro,cumer num japones.Sou um cara de chances e chances. Tu pode ter tudo comigo, e no mesmo tempo não ter nada ou até mesmo perder tudo... Sou aquele menino paciente, porem ansioso que chora para aliviar minhas dores. Aquele garoto que não consegue esconder um sentimento, um sorriso ou mesmo carinho. Sei cozinhar. Nao largo meu computador e meu nextel ,nem fala,rs.Tenho varios pares de all star e mad rats nem fala, adoroo...odeio bixinhas rasgadas,,,sou um anti pequeno principe.Adoro dirigir perigosamente,so eu.Andar de onibus,inevitavel.Andar de metro tranquilamente,sem a voz da tia falando,rs.E andar de trem?uma vez pra nunca mais,rs. Tenho azar no amor e sorte na vida profissional. Odeio os marvâns. Prezo por uma amizade sinceras iguais as que tenho. Não me contento com pouquinho. Falo muito sem pensar, meu grande defeito... Mas penso sempre em silencio.Já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas insubstituíveis e esquecer pessoas inesqueciveis.E eu consigo?Já fiz coisas por impulso, me decepcionei com pessoas quando eu nunca pensei me decepcionar,abracei pra proteger,dei risada quando nao podia,fiz amigos eternos,amei e fui amado,mas tambem ja fui rejeitado,amei e nao fui amado.Gritei...pulei de felicidades,vivi e fiz juras eternas de amor,mas quebrei a cara muitas vezes!!!E sou aquele que se magoa, que sente, que ora, e que acima de tudo PERDOA. Os defeitos? rsrs inumeros... Mas qualidades incríveis. Não uso brincos, tenho vontade de por uma tatuagem,mas o que falta é coragem, já tive piercing,e detesto drogas ilicitas.Quero esperar vc na chuva, comprar entradas antecipadas para fazer surpresa, viajar com mais garrafas de vinho no carro, e poder pensar em vc e dizer, como foi bom ter te encontrado e poder cuidar de vc. Choro ouvindo musica e vendo foto,ligo as vezes so pra escutar uma voz,a sua.Me apaixono por um sorriso, e ja pensei que fosse morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguem especial,e acabei perdendo.Mas, vivi!e ainda vivo! Nao passo pela vida...e voce tambem nao so passa!Viva,bom mesmo eh ir a luta com determinaçao, abraçar a vida e viver com paixao, perder com classe e vencer com ousadia, porque o mundo pertence a quem se atreve e a vida eh muito para ser insignificante.Esqueça tudo que vc ja viveu,pq agora vamos começar do 0. Sou muito companheiro e amigo. uma pessoa comum.Mas não sou um qualquer.